• Boa Nova 991
A intérmina piedade!
15 de outubro de 2016

Mensagem espiritual pelos espíritos Yoseph e Celina
Psicofonía da mèdium Eliana dos Santos

Duração: 1h 15min


Ouve a apresentação da mensagem espiritual:

Ouve os primeiros 5 minutos da mensagem espiritual:


«A piedade nos afasta do julgamento. A impiedade nos coloca dentro do formato do julgamento, acende na alma o insólito juiz, aquele que sempre está a favor de si mesmo, ele não é imparcial -, a imparcialidade só é alcançada na misericórdia porque existe similitude na misericórdia, existe semelhança, existe encontro... Na piedade nós temos a experiência da semelhança com aquele sofrimento ou com aquela situação. (...) Vamos olhar para as nossas discórdias, vamos senti-las... Onde elas se dão de verdade? Quando foi que elas afloraram em nossas mentes com uma dimensão insuportável? Vamos examinar este sentimento, é importante demais, examinar esse sentimento, é ele que nos afasta da piedade, que nos leva à similitude ou semelhança, e que nos traz, justamente, à misericórdia, e então dizemos: 'perdoai-os Pai...'»

Boa Nova 991 - Eurípedes Barsanulfo


Profundizando nos conteúdos da Boa Nova 991

Mais um encontro e nesse encontro dentro da pedagógica do “ser tocado”, nessa noite nós somos chamados ao toque, a aproximação divina com sua intérmina piedade. A preleção de número 991 dando sequencia ao mês de outubro segue com esse tema maravilhoso. No encontro passado o enfoque foi em torno da piedade filial e hoje, a piedade em si mesma, como um traço do humanismo cristão, um traço da filosofia espírita cristã, um traço de sua ciência da arte de amar. 

Boa Nova 991. Esta frase intérmina piedade é um verso de Antero de Quental que foi declamada por nossas queridas irmãs, as jovens da evangelização: Clarice, Cecília e Celina. Elas trouxeram esta linda poética e a espiritualidade fez do último verso desse pequeno poema, o tema maior. Pequena poética, diz a espiritualidade, com os dados memoráveis divinos e podemos ver nessas linhas outras linhas, podemos perceber nessas enumerações aqui deixadas, outras enumerações e esta é a riqueza doutrinária espiritista: nada está acabado, terminado, estamos dentro do interminável mundo divino. Intérmina piedade a sua divina piedade, intérmina também a sua grandeza, intérmina sua compaixão e misericórdia, intérmina sua augusta presença afetuosa entre nós, intérmino também o seu amor, intérmina a sua capacidade de reatar laços terminados, findados pelas mãos do homem apressado. Essas são as últimas linhas do primeiro parágrafo da fala espiritual nessa noite.

Dentro desse tema maior da intérmina piedade, a espiritualidade examina as nossas dificuldades de tocarmos a amplitude desse sentimento de compaixão e misericórdia. Prisioneiros dos julgamentos, dos tribunais, do juiz que julga e elabora a sentença e a executa, nós nos distanciamos desse sentimento que nos eleva até Deus e ao amor. Portanto, nos distanciamos também do nosso objetivo maior de sermos felizes uns com os outros, amando-nos uns aos outros. Boa Nova 991 aqui entregue pela Cárita Editora e sua equipe, agradecidamente a Deus pela oportunidade dessa aprendizagem. Grande abraço, até a próxima semana.

A oração de Celina

Na poética prece de Celina, nós temos então o tema maior da preleção também na sua fala. Ali, compreendemos com emoção que a piedade na verdade nos cura deste hábito de julgar. A não piedade ou a impiedade nos coloca dentro do formato do julgamento, acende em nossa alma o insólito juiz e nós percebemos com profundidade que a imparcialidade em verdade, só é alcançada na misericórdia, porque nele existe similitude, existe semelhança, existe encontro. Na piedade, nós temos a experiência d a semelhança com aquele sofrimento, com aquela situação. Vamos ouvi-la, esse rouxinol dos nossos dias.

Em sua prece também nós temos grande tema da nossa evolução. Nesse momento, nós perdoamos as pessoas, esquecemos do salto primordial para “Pai, perdoai-os como nos ensinou o Cristo”. A Cárita Editora convida você, querida alma a esta grande compreensão que consta nessa boa nova 991 ao longo dos seus dois textos: o texto que vem pela voz do nosso preposto Yoseph e através da voz direta Celina com a mediunidade de nossa irmã Eliana dos Santos. Paz seja no coração de todos. Grande, grande abraço da Cárita e de toda Amic. Somos um só corpo, cuja cabeça é o Cristo. Aos poucos e devagar, nós vamos caminhando e aprendendo a beleza desses versos que o Cristianismo nos deixou há mais de 2000 anos.

Íamos nos esquecendo, mas retornamos aqui para agradecer a Paula Salles que nos trouxe apontamentos maravilhosos quanto a obra “obreiros de vida eterna” de André Luiz. Celina faz a sua gratidão a ela e nós também. Celina também aponta dentro dessa dinâmica, a pedagogia da compassividade, da compreensão enfim, uma riqueza espiritual dentro de um fluxo celeste que nos ensina a ensinar, que nos ajuda a aprender, a aprender. Muita paz, Cárita.


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Etiquetas: sem calma prdemos a alma; piedade experiência da semelhança com o sofrimento; acordo divino, Noé; sentimento e instinto, paradoxo? ; distância emotiva; eu inferior; matéria quintessênciada; Victor Hugo sonhou em substituir as prisões por hospitais; projetos reeducativos; solucionar atritos com compaixão; pedagógica do ser tocado; olhar o contexto do texto; cérebro límbico; não há injustiça no universo divino; bate a nossa porta o que somos; similitudes; causas anteriores das aflições; o orgulho não aceita perder; camisa de força da perfeição, asfixia processo evolutivo; julgo pq tenho medo de ser julgado; superação dos tribunais;encontrar Deus; "Pai perdoai-os"; dizer: "eu perdôo" ainda é orgulhoso; educação compassiva, cristã; tarefa de educar é eterna; não sabemos fazer acordos; planeta de provas expiação; Agostinho: não avançar é recuar; não apedrejar; arte do ensino; as criancas de Alepo; a arte de ensinar é colada à arte de aprender; quem não ensina não aprende; o dever de que vê é fazer o outro ver tb; buscar formas de aprendizagem que não sejam violentas: trabalho, arte, reconstrução; interminável piedade; coragem para educar; Deus lei; similitude entre o algóz e a vítima; eu sou um outro você; capítulo 4 do ESE.