• Boa Nova 987
A Indissolubilidade do Amor nas Reencarnções
(Abel e Caim, o mito bíblico Parte 2 - à Luz da Doctrina Espírita)
17 de setembro de 2016

Mensagem espiritual pelos espíritos Yoseph e Celina
Psicofonía da mèdium Eliana dos Santos

Duração: 1h 11min


Ouve a apresentação da mensagem espiritual:

Ouve os primeiros 5 minutos da mensagem espiritual:


«Caminhemos! Os nascituros nascerão. Planeta de Regeneração sendo gestado e vindo a ser em cada um de nós, pequenos passos, pequena via - como disse a palestrante na semana que se foi, como dizemos há alguns anos nesta casa. Foi a via escolhida pelo Cristo: Ama nos detalhes, nas minúcias! Borda, borda os teus dias e as tuas horas, ternura amiga, cortesia, palavras ternas, descobrir ou adivinhar a necessidade alheia e acalentá-la»

Boa Nova 987 - Eurípedes Barsanulfo


Profundizando nos conteúdos da Boa Nova 987

Cárita Editora Espírita, nesta data de 17 de setembro de 2016 entrega a rede de audição a boa nova 987. A indissolubilidade do amor nas reencarnações. Subtítulo: Abel e Caim: o mito bíblico - parte II - à luz da Doutrina Espírita, o amor incondicional.

A espiritualidade nesse encontro traz o tema maravilhoso dando continuidade ao mês de setembro, o tema da caminhada pela vida. Nasceturos, vir a ser, os que viriam a ser, os sonhos sonhados, as quimeras espalhadas entre as claridades das estrelas, viriam a ser, não vieram a ser, nascituros. O tema do encontro é essa triste hora humana em que desencorajada, enfraquecida, entristecida, não consegue realizar seus sonhos, dar cumprimento a lei de amor, a lei de Deus, nas minúcias da sua vida e também em seus momentos dolorosos como o momento do aborto, como trágico momento em que uma mãe, um pai, uma família escolhe romper os vínculos da vida.

Como estamos dentro de um tema que contraria o quinto mandamento, não matar ou não matarás, a espiritualidade faz a segunda reflexão em torno no mito bíblico, do arquétipo Caim e Abel. Todos conhecemos a trágica passagem da dor de Caim ao ver Abel ser presenteado pelo Senhor. Essa dor que significa competição, inveja, desencontro íntimo profundo com relação a vontade do pai, com a vontade de Deus, com a vontade do Senhor, a sua reação é revoltada e que culmina com a destruição do seu irmão. A espiritualidade continua examinando este momento, pois que nós vamos percebendo com a reflexão de Yoseph trazida nesse encontro, vamos percebendo o quanto Caim ainda habita nosso íntimo e esse é o objetivo da espiritualidade, nos conscientizar, trazer à superfície esses momentos dolorosos nossos em que acabamos por levar dores aos nossos irmãos, construindo momentos cármicos dolorosos para o nosso futuro. Somos chamado nesse momento a essa compreensão maior.

Somos chamados a compreender este fato, pois do contrário, diz a boa nova 987, nós estaremos abortando a nossa irmandade, aliás, esse é um aborto frequente, diz a espiritualidade, frequentemente abortamos a nossa irmandade através de inúmeros mecanismos que são aceitos humanamente, aceitos socialmente, julgamos que assim é e não é assim, nós precisamos nascer para as novas concepções de irmandade. A espiritualidade, em verdade, nos chama para o exame dessas figuras arquetípicas bíblicas e para percepção do nosso Caim, do nosso julgamento do Pai.

Aqui somos conscientizados de que Caim julgou o pai e sentenciou a atitude do Senhor nessa passagem e tem o intento de machucar o pai com a morte do irmão, o filho do Senhor, um dos filhos.

E então a espiritualidade pede para que nós translademos, inclusive ela diz, vamos transladar este mito, este arquétipo para o nosso cotidiano, Imaginar em nosso lar o esposo e a esposa. Quantos de nós, muitas vezes, não denegrimos a imagem do esposo para um amigo, para um vizinho, para alguém, construindo sobre ele um discurso que só pertence a mim mesmo.

O outro não cabe os nossos sentimentos, o outro, o nosso próximo, quem quer que seja, pai, mãe, esposo, esposa, amigos, eles não cabem naquilo que percebemos. O nosso próximo é um mistério sempre. Precisamos aprender definitivamente com a psicologia moderna, contemporânea, com os ensinamentos espirituais que, quando julgamos alguém, nós estamos apenas refletindo sobre ela o nosso próprio ser, espelhando sobre ela os nossos próprios problemas, o orgulho que nela vemos, a dureza, o criticismo, tudo o que possamos olhar, nós estamos apenas vendo a nós mesmos. Isto é libertador, isto é maravilhosos, isto nos liberta das mãos alheias, nós estamos apenas em nossas mãos e podemos arbitrar e escolher, arbitrar e ser feliz, fazer a escolha e sermos felizes. A felicidade afinal é arbítrio, é escolha.

Assim encerramos essa Boa Nova convidando a todos para a caminhada, essa grande caminhada até São Paulo, esse movimento de quarenta dias de vibrações para os nascituros, para que entremos nesse grande mar de vibrações e pertençamos já nesse momento ao mundo de regeneração que olha o próximo com carinho e abraça o próximo, compreendendo-o como nossa parte, não mais como Caim, invejoso e destrutivo, mas como um novo homem, um novo ser, agradecendo a Deus a existência de Abel , compreendendo que o Senhor também nos presenteará, que o Senhor, o Pai também nos ama. Somos achados de Deus, amados por ele. Boa Nova 987, Cárita Editora com seu terno abraço. Até o próximo encontro.

AMIC, Centro Espírita Fé e Amor. A caminhada sairá as 18:00 horas da segunda-feira dia 26. Acompanharemos os caminhantes com todo nosso coração e nossas preces, alguns com seus pés, outros com os seus carros, enfim, caminha conosco também. Muitos países, muitas mulheres, crianças, jovens estarão caminhando, ou em pensamento ou em obras, o importante é entrarmos nessa corrente de amor, porque essa corrente nos alcança e nossa vida será mais bela, a mais terna, mais suave. Terno abraço. Cárita. 

Mais informação sobre a caminhada: www.facebook.com/pelavida40dias e também em na blog da Ana Ariel www.anaariel.com/blog

A mensagem da Celina

Nossa querida e eterna Celina, que na preleção passada 986 nos afirma que caminharia com Ana Ariel caso tão somente ela caminhasse. Claro que muitas outras almas caminharão, mas naquele momento ela havia dito que poderia acontecer e ela caminharia assim mesmo. Celina então afirma “eu caminharei”. Nesse encontro da Boa Nova 987, Celina também enfatiza a caminhada pelos nascituros , a força maior que pode nascer do nosso coração para criarmos a regeneração e tecermos um novo mundo onde não mais haverá ferimento com relação ao nosso próximo. “Ah, essa noite”, diz ela, “que nós, com nossa robusta força como de um mar, possamos tocar levemente as crianças, os nascituros, esperanças vivas dos amanhãs. Ah, Deus Pai, que noite bela”, diz Celina, “maravilhosa. Quão bom participar deste banquete de luz. As iguarias celestes da esperança, do amanhã, das mudanças tão próximas, regeneração. Haverá o dia em que não haverá mais os que não nasceram, os que sonharam nascer e não nasceram, mas sim, sempre, os que sonharam nascer e nasceram, nascituros amados, vibramos, vibramos amor e vamos amar quarenta dias. Organizem-se para estarem lá, reúnam-se, façam carreatas, não percam a oportunidade.

Celina então com seu amor terno, sempre carinhoso com sua oração contínua, tratando dos temas trazidos na noite, passa por nós e nos deixa esse enfático convite. Que Deus guarde a todos nessa caminhada de amor para sempre, rumo ao infinito bem, rumo a Deus, rumo ao mundo maior com um novo perfil emocional, íntimo, coeso, irmanado no cosmo desde as estrelas aos grãos de areia, desde os pequenos animais que rastejam aos astros e aos anjos até Deus. Muita paz. Cárita Editora Espírita.

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