• Boa Nova 1139

Acalma-te, Ventos!

06 de setembro de 2019


Psicofonía da médium Eliana dos Santos

Duração: 38min


Com a imagem simples dos ventos e a arte de aprender a observa-los como anunciações de uma dinâmica da transformação, a espiritualidade nos entrega esse texto de apenas vinte minutos para nosso crescimento, apreciação e elaboração de uma dinâmica mais vívida no cotidiano de nossas dificuldades no lar, nas relações familiares e fraternais  quando no mundo!


Sim, as dificuldades nos elos humanos preparam-nos tempestades inesperadas - ataques súbitos para os quais não estamos preparados... Não soubemos perceber ventos se aninhando e preparando a trágica hora de desafeto, de duelo de palavras, de desafios negativos e destrutivos... Nesse encontro de 6 de setembro, a espiritualidade nos entrega algumas linhas que nos ajudarão a separar esses ventos que nos ensinam precaução e cuidado, dos ventos que em verdade estão a afastar a queda dá`água torrencial ...


Eis o que depreendemos desse encontro singelo!


Encontro em que também em breves linhas recebemos terna impressão elucidativa sobre a culpa que muitas vezes nos impede de viver a Liberdade de amar... Diz a espiritualidade amiga: ´ a completude que me é possível se dá no outro, no relacionamento, na pertencência... Por isso eu não posso amar a Deus sem amar ao próximo, e não posso amar ao próximo sem amar a mim mesmo.


Enfim, amor, puro amor, em todos os ventos. Com essa certeza no coração, o campônio, humilde, simples, sem letra alguma sabe separar ventos de ventos... E seus olhos brilham e bailam como as crianças na orla marinha, não há cobiça e nem querem perolas, alguns deles nem as conhecem, apenas estão imersos na grande caminhada. E a culpa? E a culpa? No há culpa, não há... Perdoai-os Pai, não sabem o que fazem. Não há culpa no infante que cai quando engatinha ou quando está a fazer experiencias das próprias forças nas pernas e erguendo-se sobre os próprios pés para olhar o mundo de igual para igual, de irmão para irmão, de semelhança para semelhança - dentro da grande lei de igualdade -, não, não há culpa... Há apenas o que há, ventos!”


Boa nova de número hum mil cento e trinta e nove está sendo entregue a você, rede de audição, para que em alguns minutos possa reconsiderar suas atitudes, arrepender-se delas, retomar o ponto de partida, fazer um novo fim! Ou ainda, agradecer a Deus as controvérsias que dissiparam a sua queda nas torrentes sombrias das paixões pessoais e egoísticas! Desejamos a todos vocês a superação do medo das ventanias. Explica a voz maior  que é natural termos medo das ventanias, pois que trazemos experiencias devastadoras, perdas irreparáveis, até mesmo da própria vida. E ela nos aconselha que aprendamos a observar os ventos porque eles, muitas vezes, não trazem apenas a notícia sombria... E o medo nos torna confusos e temerários levando-nos a não aprecia-los, não sorrir para eles e de estarmos bem enquanto eles passam, pois estão levando para longe de nós o que nos seria devastador. A espiritualidade nos pede que apliquemos essa metáfora, essa imagem, para os acontecimentos da vida. O que seriam esses ventos em nosso cotidiano?


Grande abraço! E que cada alma que nos ouvir possa construir seu aprendizado....


Cárita! Gratidão!


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Ouve a apresentação da mensagem espiritual:


Ouve os primeiros 5 minutos da mensagem espiritual:

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